Mostrando postagens com marcador Pensamentos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Pensamentos. Mostrar todas as postagens

18/11/2009

Esporádico, porém letal (desabafo?)

Blog é mesmo uma ferramenta de desabafo, substitui os antigos diários.

Com a diferença é que este diário você expõe para o mundo ler (mesmo que ninguém leia, você expôs).

E sempre que você vem escrever aqui é porque tá cheio - cheeeeio - de merda na cabeça.

É trabalho, é conta pra pagar, é faculdade que só enche o saco, é o TCC que complica, é o amigo que te entortou, é o seu time de futebol, é uma puta história legal que você precisa compartilhar com o mundo ou é o coração. Coração não, sistema límbico do cérebro, aquele de sensações e emoções, que controla e rege boa parte da sua vida.

Enfim, seguindo nessa toada:
Algumas mudanças são boas, outras não. Algumas têm volta, outras não. Eu sei que pareço o Cléber Machado com essas opiniões certeiras e incisivas, mas é a dúvida que me fode. O fato é que toda vez que algo muda de lugar, ocorrem belas trombadas e machucados, e lugar onde essa coisa estava fica vazio. E vazio - pelo menos no caso que eu estou pensando - é uma merda.

Se o que estava lá vai voltar a ocupar ou se outra coisa vai entrar no lugar, não faço a menor ideia. Só quero que o vazio termine, e com a coisa certa para ocupar o tal espaço.

Ainda sobre mudanças: é uma merda perceber que a coisa fugiu ao seu controle e que um ser humano (tá, foda-se, estou me expondo mesmo) muda e essa mudança não te agrada.

Ainda sobre mudanças: estou morando sozinho, e é nessas horas que você percebe o quanto você fala sozinho para se manter companhia. eu bato altos papos comigo mesmo, falando alto, quando não tem ninguém em casa (como usualmente).

Agora sobre tudo: Eu não sei o que eu quero, não tenho vontade ou opinião fixa, meu humor e meus maiores desejos mudam de cinco em cinco minutos, eu sou teimoso, eu posso ser manipulador, eu sou odiável, nervoso e agressivo, eu sei disso.

E tudo fica mais fácil com o meu jeitinho troglodita de ser.

SAUDAÇÕES GERMÂNICAS.

10/08/2009

Lei do Silêncio

Como vocês podem ver,

É a primeira postagem desde que eu me mudei. Sim, já mudei, já não moro mais com a mamãe, já tenho que fazer meu arroz e já não acordo todo dia com a Loba pulando em cima de mim.

Prometi postar todos os dias, ou todas as semanas, ou de duas em duas. Não deu. Então isso aqui virou um canal bem esporádico para expôr idéias e algumas coisas para ninguém ler. De acordo com sabe-deus-quem na filosofia/psicologia, um homem precisa escrever, mesmo que ninguém leia.

Mas não vai ser o que acontece desta vez. Curiosamente, quase sempre que este blog tem uma postagem existe alguma desordem na vida particular do autor. E é isso que vão deixar de saber, com a lei do silêncio adotada aqui. Não que eu vá deixar de postar, mas nada terá periodicidade ou tratará de assuntos que possam me expôr.

Porque existem alguns períodos da vida que, tanto para o bem quanto para o mal, toda frase é o que você estava buscando, todo personagem principal de filme se identifica com você e toda música te lembra aquela coisa.

Então, só pra contextualizar: a gripe suína adiou as aulas da Cásper e eu fui pra praia, meu pai cortou o meu cabelo e os borrachudos fizeram a festa, por isso estou coçando inteiro.

17/02/2009

Fim de viagem

(Esse texto foi escrito no avião, em meio à um vôo turbulento e dificuldade de dormir - e eu queria publicar faz teeeeempo...)

É, gente boa, acabou.

Neste exato momento estou no avião (num lugar um pouco melhor do que aquele que compraram pra mim, originalmente do lado de um cara que escutava música muito alto e cantava, e do outro lado uma mulher meio fedida), voltando para São Paulo, minha terra natal.
Saí de Washington, DC hoje de manhã, e viajei 5 horas de ônibus. Chegando em NY, peguei o metrô até o aeroporto, de onde embarquei nesse vôo das 17:40.

A previsão de chegada é as 6 horas da matina, horário local. 24 horas de viagem.
A partir daí, calor.
Nossa, calor. Quanta falta isso faz.
Poder ficar de camiseta e bermuda, descalço.

Não precisar de 3 camadas de casacos, um quebra-vento, uma calça debaixo da outra, gorro, luvas, cachecol, balaclava.
Cada vez que entrava ou saía da casa ou de um restaurante eram 10 minutos só pra se vestir e desvestir.

Além disso, como já citado em outras postagens, a eletricidade estática (especialmente comigo) me dava choque em TODO LUGAR QUE EU ENCOSTAVA.

E pela primeira vez na vida, quando eu estava indo dormir, eu VI eletricidade estática correndo pelos meus cobertores. É muito engraçado. Principalmente quando não é com você. Se não, é irritante.

Mas a viagem em si, como um todo, foi extremamente proveitosa, aprendi muito.
Aprendi a ter que me virar sozinho, aprendi a cozinhar mais coisas, aprendi a não ser tão fresco com comida (lá - ou aqui, pois ainda estou em cima do Atlântico - tudo é apimentado!)

Aprendi também que gringo sabe fazer festinha em casa ( uma mísera festinha levou 110 pessoas e 4 DJs onde cabiam, no máximo, 30 pessoas.) E que gringo é louco por caipirinha.

Profissionalmente, também aprendi, fazendo da "inauguration" meu primeiro freela. Além disso, trabalhei com design e outros afazeres no Partners of the Americas, que também me ensinou muito sobre solidariedade e projetos do terceiro setor.

Aprendi que saudade é ruim, mas no fundo tem até um gostinho bom. Deixa uma sensação de total insegurança, mas também esperança. (E eu rimei sem querer, e a próxima palavra que me vem à cabeça é pança, que, por sinal, cresceu, mas - ainda bem - menos do que eu imaginava, mas mais do que eu queria,)

E chega de escrever no avião que eu tô ficando enjoado.

24/11/2008

Três assuntos que eu não posso esquecer

Caros,

Não me deixem esquecer de postar sobre três coisas.
Na verdade postar duas, e fazer mênção a uma:

1. A falta que alguém CERTAMENTE vai fazer.
2. She dominates my thoughs. And we talk in english.
3. Futebol, trabalho, futebol de botão e campeão.

Quando eu sair dessa semana maldita, que já dura um mês, eu posto.

SAUDAÇÕES GERMÂNICAS!

31/10/2008

Bolinha, bolinha, bolinha, zum.

Puta título imbecil.
Mas foi a primeira coisa que eu pensei, depois de "definir" o assunto que eu ia falar.
Bolinha, bolinha, bolinha, zum era o nome de uma brincadeira que você fazia com a mão, e eu não lembro o resto.
Mas eu vou falar mesmo, o motivo de ter começado essa postagem, o ponto principal, o ague do texto, tema de meu divagar (devagar) é, justamente...
...uma bolinha. de tênis.
Mas por quê cazzo eu vou falar disso?
Porque, na segunda-feira, enquanto eu estava andando para o treino, passando ali, no corredor, perto das quadras de tênis, alguém realmente bom de raquete deu um jornada nas estrelas... e a bolinha atravessou na minha frente, quase pegando em mim.
Tentativas de homicídio à parte, peguei a bolinha, e gostei dela. Ela me parecia simpática.
E adotei a tadinha.
Coloquei na minha mochila, treinei, almocei, fui trabalhar, e no trabalho, esperando a carona pra ir embora, tirei a bolinha da mochila.
E o escritório veio abaixo. Bronca? Que nada, todo mundo queria mesmo era saber da bolinha.
Embaixadinha, lançamento, pelota basca, vôlei. Todos queriam brincar com o bichinho.
Fui embora, e chegando na faculdade, naquelas aulas bem produtivas, comecei a pintar a bolinha. Caneta azul, nas bordas, um traço aqui, bonitinho.
Saí mais cedo, e fiquei esperando pra ir embora com ELA. [ :) ]
Enquanto matava o tempo, fui pintando a bolinha, fazendo arte.
Quando um amigo (te amo, tio!) chegou, e começamos a desfilar maturidade jogando bola com a bolinha de tênis pelo corredor.
De repente, tinham vários amigos e pessoas jogando futebolinha no hall/corredor.
E o cantinho do orelhão era o gol.
O tempo passou rapidinho.
O dia seguinte, no escritório, a mesma coisa. aí, indo embora, em vez de andar nervoso, rápido e escutando música no último volume, pilhando tudo, tirei a bolinha da mochila e comecei a brincar com ela enquanto andava. Sim, ainda ouvindo música, sim, no meio da calçada.
E o tempo passou MUITO mais rápido, e eu fiquei bem mais calminho.
Dia seguinte, e seguinte, mesma coisa. Desenhando na bolinha, brincando com ela tempo passa, sussegado...
Aí percebi.
Brincando com a bolinha, ou fazendo arte com ela/nela, eu fico menos nervoso e mais calminho.
E hoje eu tenho uma bolinha de tênis toda "tatuada" e sempre na mochila.
E olha minha cara quando eu me distraio com ela.
É, pode parecer ridículo, pode ser ridículo (como meu moicano vermelho no próximo JUCA).
Mas é desestressante.

SAUDAÇÕES GERMÂNICAS!

19/10/2008

Postagem inicialmente sem assunto (Linha de Raciocínio)

Isso, vou começar uma postagem sem assunto nenhum só pra ver como é que se desenvolve a minha linha de raciocínio. Vamos passear pelos meus pensamentos e entrar na minha cabeça.

5 minutos (ou mais) acompanhando meu racicínio, let's see.

Hoje é domingo, pé de cachimbo, e foi dia de São Paulo 2 x 2 Palmeiras, um jogão.
Que eu vi na casa do Ksa, que depois foi em casa.

Que, aliás, imaginei numa camiseta do Fenerbahçe com o número 8 nas costas, de
Kazim-Kazim, também conhecido por Kazim-Richards.

Kazim-Kazim é inglês, mas mudou seu nome para outro idioma devido a sua religião e sua naturalização como turco, algo que Marcos 'Mehmet' Aurélio também fez.

O que me leva a pensar em religião. Que já me leva a pensar em espiritualismo e fé sem nenhum meio, modo ou manual de instruções, que é o que eu acredito, ou acho que acredito, ou nem acredito, mesmo.

Que me leva a pensar na Auto Escola, já que em meio à aula de mecânica o professor, pastor da Igreja Bola de Neve, tentou converter os alunos usando a metáfora "A Bíblia é o manual de instruções do homem", que gerou grande discussão com um professor de História e Filosofia, ateu, presente.

O que me leva a pensar em como eu gostava de História no colegial, especialmente Iluminismo.

Paralelamente, também penso que ter tirado a carteira de habilitação foi um grande feito, visto que sou ruim (muito ruim, ridículo) em baliza até hoje.

O que também me leva a pensar que carro, por mais gastos que tenha e por mais que sirva de "âncora" no trânsito, é uma puta mão na roda, e permite que você tenha muito mais possibilidades do que geralmente tem andando de busão ou dependendo de carona.

O que me lembra que já fiz caca com o carro, e que eu nunca, nunca, vou beber e dirigir. O que me lembra também que eu dirijo feito uma Vovó (não, graças a deus essa não é minha avó).

Aí, eu penso "como eu sou esperto, fico colocando links que procuro no Google e no Youtube pra deixar minha postagem interativa".

Aí, a linha de raciocínio pára e muda, para o pensamento "Mas eu não gosto de motos."
E, paralelamente mais uma vez, me faz lembrar que a vovó faz uma feijoada fantástica.

O que me lembra comida, o que me dá mais fome, visto que são 22:43 e eu nem almocei.
O que me lembra que agora é horário de verão, e eu estou sempre me confundindo com isso.

Horário de verão tem como característica atrasar todo mundo na manhã da segunda-feira.
Segunda-feira, aliás, que é dia de judô, que eu adoro treinar e não perco por nada. Ainda assim, um dia, vou pegar a faixa preta. (Ahã, falô ninja.)

Amanhã também é um dia muito importante porque é jogo do OMQE, o que de fato me motiva.

Mudando um pouco de raciocínio, vamos ver no que penso. Ah, futebol, Winning Eleven. Vou comprar o 2009 amanhã, também.

2009. 2009, doismilenove, doismilenove... é o ano que vem (jura, babaca?).
E vai ser o primeiro reveillón que eu vou dizer "Feliz Ano Novo" em outra língua.
Mas eu não vou deixar de fazer minha fogueirinha, nem de pular só com o pé direito na água, nem de fazer as minhas superstições.

O que me leva a pensar que eu sou muito supersticioso com algumas poucas coisas, e eu mesmo é que faço as minhas superstições. Não sei porquê, mas eu gosto assim.

Paralelamente a escrever verborragicamente (palavra que me lembra o Tomiate, sabe-deus porque), eu estou, sim, vendo orkuts de amigos.

Aliás, o que me taz o sentimento de meudeus-comoébom-pracaralho-teramigos-porperto-enem-tãoporpertoassim-também.

Sentimento, aliás, que é uma coisa estranha. Eu sinto. Sinto fome, eu sinto frio, eu sinto sono, que são sentimentos sentidos (!) objetivamente e fisicamente, que você tem certeza que está sentindo.
Mas eu não sei como é que se sabe (!!) que está se sentindo, o que com certeza sinto, ódio, desprezo, euforia, amor. Pois esses são sentimentos sentidos (!!!) subjetivamente, e pelo que chamam de inconsciente, iD, coração, subsconsciente, alma, mente, sei lá, bodeia.


Mudando de pensamento, me imaginei de cabelo comprido mais uma vez, visto que, hoje, por falta de paciencia, coloquei todo o cabelo pra trás e estou parecendo muito estranho, até a mim mesmo. O meu cabelo tá razoavelmente muito comprido para os padrões novos.

Aqui, um parêntese na idéia pra falar de outra superstição idiota mas muito legal que é a de que cortar o cabelo deixa a cabeça mais leve (dur), não apenas no quesito peso físico mas também em relação a pensamentos ruins.

Aí, voltando, me imaginei de cabelo comprido e até tiara, no maior estilo japonês-samurai. Principalmente depois de algumas informações, que eu considero elogios, vindos de uma amiga. Que contradizem outras informações de outras pessoas, mas sussa.
Também me imaginei de moicano vermelho no JUCA 2009, mas isso eu penso depois.

Mas eu acho muito mais fácil ter pouco cabelo, e como hoje a minha tentativa de mudar o visual foi frustrada, vou cortar o cabelo mesmo.

Aí, tomo uma patada no MSN, eu penso: Caralhoquemerda.
Mas, mudando de assunto, talvez motivado pela patada, me vem à cabeça a palavra crise.

Crise pessoal ou em algum relacionamento é uma bosta. Mas..
Crise na bolsa de valores que é legal, todo mundo se fodendo economicamente, uhú.
Até adicionei um gadget com a cotação do dólar ao meu Desktop do trabalho.
Sim, eu sou capitalista, uso camisetas alusivas ao comunismo e pratico o ideologismo vazio, só pra ser do contra.

Comunismo me lembra Moscou, cidade pela qual tenho obsessão e que, com certeza, vou conhecer um dia.
O que me lembra que eu sempre acho as camisas de times russos mais bonitas.

E também me lembra que eu ADORO ser do contra.

Caralho, fui bem verborrágico (UHÚ!)
O que me lembra de novo o Tomiate, o que me dá um gancho pra falar do Mané, meu padrinho, amigo, ídolo, confidente, bródi e 'tio'. Mas isso era só pra prestar uma homenagem.

Enfim, chega.

Eu tô com fome, tô com sono, tô com o cabelo pra trás e tô de havaianas.
Espero que tenha gostado, e entendido, como é que e passar dois minutos e meio dentro da minha cabeça.

Agora vou ver se faço algo de útil, tipo dormir.

SAUDAÇÕES GERMÂNICAS!

16/10/2008

Dúvidas

Dúvidas, dúvidas, dúvidas.

Dúvidas são uma merda.
Não sei o que fazer, não sei quando fazer, não sei o que pensar, não sei o que comer, não sei o que sentir.

Tipicamente, estou sem chão.

Mas vai passar.
Duvida?

12/09/2008

Extravasa.....

... libera e joga tudo pro ar!

NÃO. Não virei axézeiro, graças a deus.

Mas o que eu quero falar tem a ver com extravasar.

É algo extremamente necessário.
Física e mentalmente.

Você é como uma esponja, absorve a maioria das coisas que acontece. Mas uma hora, você fica saturado, e não consegue mais absorver nada.

Você acumula "energia", digamos assim, boa e ruim. Seja por fazer tudo ao mesmo tempo e não ter tempo pra nada, seja por ficar ocioso o dia todo. Por excesso ou falta de pessoas, tempo, tarefas, pensamentos.

Aí, amizade, você se sente mal. Literalmente, "cheio". E sem vontade de fazer absolutamente nada, de enfrentar nada.

Por isso, existe a necessidade de extravasar. Você se esvai de tudo aquilo que está preso à você, se sente leve, bem-disposto, e sua vontade de viver volta. Você fica cansado, mas se sente muito bem.

E cada pessoa tem níveis diferentes de stress, e formas das mais variadas de extravasar.

Há os que ficam agressivos, os que bebem até cair, fumam todo o pulmão, os que se trancam num quarto pra pensar, os que escutam música no talo, os que saem na pegada louca, os que se escondem em qualquer lugar longe da civilização, mergulham num livro, vão pra praia, fazem atividades físicas até caírem de cansados, tomam banhos de horas, passam madrugadas em claro ou dias inteiros dormindo.

Depois de "extravasar", independentemente da forma, você inevitavelmente se sente mais leve, solto. Seu ânimo volta. Volta a vontade de viver. Ou de apenas seguir com seu dia, com a sua rotina.

Cada pessoa tem seu jeito singular de liberar a energia acumulada.
Resta descobrir.

10/08/2008

Mexendo no baú.

Então,

Após um momento nervoso (vide abaixo)
Comecei a remexer em postagens antigas, colocando tags.
(Tags, aliás, que voês podem conferir aí do lado, e se deliciarem com meus textos.) -->

Tive que ler quase todas para classificar cada uma.
Com isso, trouxe para mim o contexto de cada postagem.

E tive algumas constatações:

  1. Cara, como eu penso besteira.
  2. Meu, como eu falo palavrão.
  3. Eu sou muito mais nervoso do que eu pensei que fosse. (note a tag nervoso)
  4. Ainda assim, gosto de mim mesmo (ainda bem)

E fiquei bem mais calmo e mais tranquilo. Leve.
Ainda sem solução, mas dealing with it.

Aliás, não deixe de conferir a tag porre.
Eu ri de mim mesmo.

O que uma madrugada alheia não pode fazer com qualquer um, não?
E é isso aí.

SAUDAÇÕES GERMÂNICAS

Azedo - pensamentos particulares.

Acordei com a pá virada.
Com a macaca.
Com a chita lôca albina tocando corneta e dançando tcha-tcha-tcha.

Minha vontade era de fazer absolutamente nada, e não falar com ninguém.
Sumir, ou então brigar.
Talvez, suar um pouco, cansar um pouco, ficar ofegante.
Pra ver se passa essa nuvem que pairou sobre mim.

Estava procurando, sem disfarçar ou nada do tipo, sarna pra me coçar.
Naqueles dias que você evita qualquer tipo de contato pra não ficar irritado.
Aliás, passei o dia irritado. Nervoso.
Ranzinza, rabugento.
Ácido, azedo.

Por quê?
Não sei.
E também acho uma merda quando fico assim.

Ainda nessa semana, não consegui dormir.
Mas não foi por isso.
Estou preso em uma nuvem densa e pesada de pensamentos, na qual não consigo focar em um ou pensar em nenhuma solução evidente e óbvia. Neblina.

Engessado na falta de ações.
Viciado no nada, alienado. Pára, acorda, cacete.
Falta aquela bica, falta um "acordafilhodaputaodiajáraiou", falta vida, sei lá.

Tentando achar problemas, picuinhas, brigas ou motivos para tal, em qualquer canto.
Crise? Talvez.
Mas tudo passa.

E o começo disso se deu hoje.
Involuntariamente.
Por causa do meu pai.
(Feliz dia dos pais, meu.)

Ao sentar pra almoçar, pedimos nossas bebidas.
Ele pediu uma água com gás, com gelo e limão.
Eu, sem muita criatividade, pedi o mesmo, mas com suco de limão espremido em um copo separado.

Recebi meu copo.
Misturei, e tomei.

Fiquei menos azedo e de menos mau humor a partir daquele momento?
Porquê? Não sei.
(Não, não tinha tequila, vodca, pinga, álcool zulu ou gasolina de avião no copo;)

Parece que, ao tomar alguma coisa realmente azeda, eu mesmo fiquei menos chato.
Não, não faz sentido.

E não, não melhorei completamente, foi temporário. Mas já é um bom começo.

E sim, foi só um pretexto pra botar tudo isso no papel. Na verdade, na tela.

Às vezes é bom pensar sozinho.
Mesmo com outras pessoas lendo.

15/07/2008

Profundas mudanças no comportamento humano

Caros,

Venho por meio deste comunicar uma profunda mudança no comportamento.
Não tenho mais interrogações em minha vida.
Perguntas, talvez, mas interrogações, não.

Agora, o '?' deixa de existir.

A um tempo atrás, comecei a estruturar essa mudança em minha vida.

Agora, unicamente, por "vício",
uso o [Alt + W].

Uau, que coisa, não?

14/07/2008

A vaca foi para o brejo (ainda bem)

Outro dia, recebi um e-mail assim:

A master of knowledge was walking through a forest with his loyal disciple and follower when he saw afar, a very poor little farm and decided to visit. During the path, he told his disciple about the importance of visiting and opportunities of learning we have even with people we dont know very well.

When they got to the small farm they was poverty : there were no floors, the house was made of wood, the people - a couple and 3 children - were all wearing dirty and ripped chothing. The master walked u to the one, apparently the father of that family and asked: " Here there is no commerece, no work. How do you and your family survive? "The man, calmy answered : " My dear friend, we have a cow that gives us many liters of milk every day. Part of this product we sell or exchange in the city nearby for other kinds of food we need. Another art of this we make cheese, yougurt and other kinds of things for our own needs. This is how we survive."

The wise man thanked them for the information, looked around once more and left. In the middle of the way back, he turned to his loyal disciple and said: "Young man, take that cow and push her off the cliff." His young and loyal disciple opened his eyes wide in surprise, and even without understanding, he followed his masters order, took the cow to the cliff and pushed her off.

During years, that scene left a deep mark on the young disciples memory. Years later, he decided to leave everything, including his master, and go back to that farm to ask the familys forgivness and help them with whatever was needed to compensate then for killing their cow.

When the boy returned to that same place, in the distance he saw a beautiful farm, full of fruit trees, cars in the garage, children playing in the garden. Very very sad, he found himself thinking of the family having to sell the run down farm in order to survive.

Picking up his pace to get there as soon as he could, he was greeted by a caretaker and asked where the family who used to live there before went. The man answered " They continue living here".Shocked they young man entered the house and saw it was the same family. He turned to the owner of the cow and asked " Sir, how were you able to do so well in life?"

The farmer answered " We had a cow that fell off a cliff and died. Without that cow we had to do other things we have never done before. We started to plant, bring up other animals, think of different ways of survival and that, made us realize we were capable of doing things we had never imagined doing before. This is how we got to be where we are. "

- We all have a cow that keeps us slave of old routines and habits...Find it and throw it off the cliff... now what?
----
Aí, dias depois de ler esse e-mail, que veio da dona minha mamãe, percebi que ele combinava em alguns aspectos com a minha vida, antes, a uns meses atrás.
Até que a minha vaca foi pro brejo.
AINDA BEM.
Uma "pequena" mudança na minha vida e no meu modo de ser causou enormes mudanças, MUITO boas, por sinal.
E não troco por nada.
Ainda bem quem minha vaca foi pro beleléu.
--------------
Cotidiano
Tenho tido (?) sonhos mui estranhos esses dias, e o mais legal é que acordo e lembro de todos.
A gente sempre promete postar mais nas férias, o que nunca acontece.
Prometo tentar dar mais atenção aos meus fiéis leitores (oi, mãe!*)
(* = piada descaradamente copiada daqui, daqui e daqui.)
Sendo assim,
Hasta luego.
SAUDAÇÕES GERMÂNICAS

19/06/2008

R. I. P.

Caros,

Estou aqui de luto

Uma coisa muito importante foi embora.
Por um acidente, um ato impensado, hoje não funciona mais vocalmete, o que de fato me entristece.

Meu fone de ouvido quebrou.

Não, não é ridículo, bobo ou algo assim.
É sério.

A ponta do receptor dele se danificou após uma puxada involuntária.
Então, quando conectado, reproduz, como sempre, fielmente a música tocada.
SEM OS VOCAIS.

O 'primeiro canal' do fone foi danificado. Ruídos e chiados aparecem no lugar da voz dos artistas.
Não, não existe a possibilidade de 'escutar só instrumentais'.

Mas no que isso me afeta tanto?

Não era um fone de ouvido comum.
Era mais do que isso.

Era o instrumento que eu usava para me isolar do mundo.
Para me concentrar pra algo importante;
Ou me dispersar de toda ou qualquer coisa.

Era principal arma da minha "carreira" de "pesquisador musical". A qualidade era inegável.
Fazia a música fluir pelo meu cérebro, de fato entrar na minha cabeça.

E os fones comuns? A música não tem a menor infiltração.
Fones comuns são apenas passatempo.
Música, só com fones de verdade.

E aquele fone ainda tinha uma história especial.
Saiu de graça, devido a uma promoção do Itaú.
Gastei o dinheiro do prêmio no fone, e só no fone.

R.I.P. - REST IN PHONE.

Agora, resta o grande dilema:
Terei outro igual?

17/05/2008

Rapidinha, Geográfica...

... e sem sentido algum.

Mas eu adoro a Alameda Campinas.

29/04/2008

Recordes de Catarse

Oba,
Eu estava pensando em escrever depois de um bom final de semana.
Aí, lembrei da palavra que, na minha concepção, definia melhor os dois dias de férias que se tiram após cinco de trabalho: catarse
Fui ver no dicionário o que de fato era catarse, e procurar aquela palavra que começava com C e indicava extrema felicidade, mas não achei.
ca.tar.se
purificação das almas através da descarga emocional provocada por um drama
Catarse é palavra a que alude Aristóteles na Arte Poética (v.) quando trata dos efeitos da tragédia. A primeira referência à catarse nos parágrafos do livro do estagirita surge no sexto capítulo, aquele em que se define a tragédia como espécie ou género da poesia dramática. A tragédia é vista aí como imitação de uma acção de carácter elevado, imitação por meio de actores e não de narrativa, quer dizer, por meio de representação e não de recitação, e que, suscitando terror e piedade, tem por efeito a purificação dessas emoções (1449 b 24).
A purificação é catarse.
----------------------------

Enfim, foda-se, a catarse que eu quero não é provocada por um drama e sim por felicidade, e não tem nada a ver com tragédia.
Continuemos.

Onde eu estava mesmo?
Ah, é, lembrei.

Então, estava eu, achando que meu sábado havia batido todos os recordes mundiais de catarse (coletiva).

Aquelas motos voando, dando Backflip, Can Can, Superman, Superman Sitgrab, Lazy Boy e outras, voando a mais de cinco metros de altura e uns dez de extensão.

Todo mundo gritando, pirando, em especial eu e meu irmão, viajando junto com aquelas bicicletas movidas a combustível especial e pilotos movidos à aplausos e flashes.

Sim, vi de perto a final do Best Trick do MotoX.

A experiência ali obtida havia acabado de bater os (meus) recordes de catarse coletiva.
[Vale lembrar que experiências de futebol, como Libertadores e Mundial, não estão inclusas no pacote.]

A felicidade e "purificação da alma" naquele exato momento não tinha descrição.
Saí de lá extremamente leve.
Como se eu que estivesse voando naquelas motos que pareciam ter asas.
Foi o momento mais catártico da minha vida.

Mas aí veio meu domingo, e me desmentiu.
Muito, mas muito melhor do que as motos pulando.

SAUDAÇÕES GERMÂNICAS!

21/04/2008

Lembrem-me 1: Tipos de Mulher

Oba,

A pedidos (e que pedidos) vou postar um tópico da série "Lembrem-me"
Aproveitando que este blog está sendo (incrivelmente) mais lido, aí vai.

Ah, também adicionei a seção Twitter, comentários rápidos sobre "whatthafucki'mdoin'now".

Não estou com inspiração para escrever sobre os tipos de xaveco e sua relação com a guerra e armas de fogo. Sim, é estranho, mas é um paralelo muito interessante.

Hoje vou escrever sobre os tipos de mulher.
Claro, vou generalizar bastante, falar um monte de besteira, mas é válido, vai.

As mulheres podem, basicamente, ser divididas em três tipos.

As mulheres lagartixa, as mulheres Mon Bijou e as mulheres que não se encaixam em nenhuma das anteriores.


A) Mulher Lagartixa (Lagartixus mulherensis)

Por quê mulher lagartixa?
Já dizia o provérbio, que escutei em algum ponto da minha vida e não me esqueço jamais:
"Me pega, me agarra, me arremessa na parede e me chama de lagartixa"

Entre outros verbos não muito decentes, a mulher lagartixa é, digamos, mais "bruta".
Ela é mais fácil, "menos delicada", mais "essa fadinha" (lê rápido.), mais sei-lá.

Essa espécie tem como habitat primário as micaretas, e tem como principal combustível o álcool. (valem também os alternativos, como o biodiesel, feito de ervas)

Emite uma cola alucinógena muito espessa e densa, conhecida como pegação louca do macaco doido.

Também é conhecida como piriguete.

---------------------------------------------------------------
B) Mulher Mon Bijou (Monbijouensis feminina)

Mas porquê cazzo mon bijou?
Simples.

Como no outro item, um provérbio chinês:
"Me abraça, me beija e me chama de Mon Bijou"

Mas de onde vem esse provérbio? Daqui e daqui.
(Segura a risada, Galvão!)

A mulher Mon Bijou, essa sim, é mais delicada, mais "polida", mais difícil.
Não é encontrada em qualquer lugar, e é, digamos, uma mulher mais old-styled.

Pode ser confundida com a Prácasar, mas é diferente em muitos aspectos.
------------------------------------

E tem também a que não se encaixa em nenhum dos dois padrões acima.
Essas são diferentes, e não tenho criatividade ou campo para especificá-las.
(E são as mais legais)

Será que vocês pensaram em exemplos para tais espécies?
Tenho certeza que sim.
Posso ter falado um monte de bosta, mas vocês com certeza pensaram em pelo menos duas pessoas pra cada tipo.

------------------------------------

Enfim, terminei essa postagem.

Quanto ao Cotidiano, que estava inicialmente na proposta desse blog, aí vai.

Estou feliz, e cada dia mais feliz.
Fui no cinema em dois dias seguidos, e vi Reis da Rua e Plano Brilhante.

O primeiro é mais violentinho, trata de ética policial e, segundo o Omelete.
O segundo é mais "genial", trata de diamantes, uma mulher no mercado de trabalho nos anos 60, é bem legal.

Por motivos pessoais (extra-filme), gostei (muito) mais do primeiro.

Profissionalmente, consegui um estágio legal (wait for further information)
Sairei de um DIRETO para o outro :)

E eu não vou falar de futebol.

---------------------------------
Aguardo seu comentário, e ....
Aquele abraço!

SAUDAÇÕES GERMÂNICAS!!!

08/04/2008

Novos Ídolos (Estou vendo muita televisão)

Oba,

Como me pediram pra postar de novo, e o antigo post era marcado pela data (1o de abril), lá vai:

Só vai ser meio foda digitar com esse braço engessado. Se você AINDA não soube, quebrei o rádio, e não foi nem o rádio do carro nem o rádio de casa.
Rádio é um osso que tem dentro do cotovelo.

Enfim, meu irmão quebrou a rótula/patela e fomos engessados juntos, o que foi uma das coisas mais engraçadas e ridículas que eu já vi.

Gesso, aliás, que tem a ver com medicina, que são de onde saíram minhas duas inspirações mais recentes. Antigamente, você tinha como ídolo o Power Ranger Verde, o que pegava a Rosa, ou então sei lá, o Ronaldinho, quando esse aí sabia jogar bola. (Toma!)

Hoje, eu, pelo menos, tenho muito mais inspirações e ídolos, e em muito menos "proporção" de adoração.

Da séria "Psicologia", tenho alguns, mas em especial dois. Os dois, aliás, médicos.
Eu deveria ser médico. Mas eu não gosto deles por sua habilidade em medicina, mas sim por sua convivência com os outros.

O primeiro é Perry, de Scrubs. Gosto do jeito como ele trata as pessoas, é um estilo de tratameto "de choque", meio agressivo, muito sarcástico, irônico. E mesmo assim, sendo, digamos, "cuzão", todos os residentes (os estagiários da Medicina hahaha) "gostam" dele.

E o outro ídolo, esse mais inexplicável ainda, é Dr. House.
Esse sim, pior do que o primeiro, tem as mesmas características, ainda cercadas por uma teimosia de dar ódio, e de fazer qualquer coisa para conseguir o que quer.

Parece que têm uma carapaça intransponível quando o assunto é o próprio sentimento ou algo que os envolva.

Por mais filhos-da-puta e sacanas que estes senhores consigam ser, sempre admitem quando estão (muito) errados, ou então elogiam de leve quando alguém faz algo certo, ou até percebem que alguma coisa está diferente "lá dentro".

Sempre, claro, acompanhado de alguma "sacanagem", ou alguma tirada sensacional.
É um humor mais ácido, que às vezes pega mesmo na ferida.
Conseguem fazer o "salvar vidas" da Medicina muito mais divertido, pelo menos para mim.

E vocês, quais são seus ídolos?
--------------------

Na próxima postagem, aí sim, algum item da série "Me Lembrem"

SAUDAÇÕES GERMÂNICAS!

01/04/2008

Bom dia

Feliz 1º de Abril.

Adoro esse dia.

É um dos dias em que você pode brincar e mentir sem ressentimentos.
O mais divertido é ver a cara de choque das pessoas enquanto você descaradamente mente (eco!?).

Eu ia falar sobre as outras coisas que pedi para me lembrarem, cada dia que passa eu lembro disso.

Mas estou de mudança para Bragança Paulista, e não posso postar muito.

Tá, bom dia, feliz 1º de Abril.

Dia da Mentira.
Ou dia de falar verdades que ninguém vai acreditar, mesmo.

26/03/2008

Me lembrem, por favor

Oba,

Duas postagens em menos de 24 horas.
Nada pra fazer?
Não, muito pelo contrário. Lotado de coisa.

Então por que escrever?
Por que postar?

Porque sim. E também pelo motivo de, quando alguma coisa mexe com a sua vida, você imediatamente é atingido por uma enxurrada sem igual de idéias, seja elas pro bem ou pro mal.
E, no caso, nao foi pouca bosta não.
Mas deixo further information para quem perguntar/merecer.

Só me lembrem de postar algumas idéias como:

  1. Todo mundo é igual. (Todo mundo é diferente)
  2. Os tipos:
    1. de mulher
    2. de xaveco
    3. De mira (Quando chegar a hora você entenderá, Luke)
    4. De brigas.

Sobre mim, só falo que agora a coisa mudou.

Aquele abraço

25/03/2008

Por um mundo mais nervoso

Oba,


Ia escrever sobre as propriedades mumificantes do Hidratante Monange, mas o desenrolar dos fatos me fez mudar de idéia e escrever sobre outra coisa.

Acho que todo mundo deveria ser mais nervoso, e estou quase lançando campanha pra isso.
Todo mundo deveria explodir mais, ser um pouco mais agressivo algumas vezes.

Não, não estou pedindo pra você pegar uma granada e jogar na sala de aula.

Estou dizendo que, sempre que você ouvir alguma coisa e te der uma vontadezinha de responder na lata, mesmo que machuque um pouco, por favor, o faça.

Não é sair por aí falando o que pensa, é engolir menos sapos, guardar menos mágoas pra você.
Você pode ser uma esponja, absorver tudo, ser maduro e educado, não responder, mas chega uma hora que você não vai mais aguentar.

Aí, meu querido, você vai explodir de uma vez só, e vai machucar todo mundo.

A força da sua porrada é proporcional à quantidade, qualidade e tempo das que você levou e guardou só pra você.

Pode parecer meio egoísta, sei lá, não aceitar em silêncio tudo que ouve.
Para o meio profissional, é uma merda.
Você também não pode ser imbecil, e mandar seu chefe fazer uma visitinha à senhora mãe dele.


Há "sapos engolíveis", coisas que você aceita e depois desaparecem com o tempo, e você nem lembra mais o que ou por que aconteceram.

Mas tem algumas coisas que você de fato não deveria guardar.
Talvez por educação, submissão ou até mesmo vontade de não magoar um amigo, ou qualquer pessoa, você guarda aquele ressentimentozinho nanico, que inicialmente não faz mal.

Não é que vira uma bola de neve, e vai rolando, rolando com o tempo. Se fosse, você ia querer matar qualquer um que, 3 anos antes, pisou no teu cadarço.

É algo como uma bola de chiclete.
Não cresce sozinho, mas sempre que acontece alguma coisa, gruda mais um.
E bola de chiclete é bem pior do que bola de neve. Ah, não? Arremessa em alguém pra ver se não.

Às vezes, não é nem por ser por um mundo mais nervoso, e sim por um mundo um pouco mais honesto, mais sincero. Se a sua irmãzinha te pergunta como ela está, não precisa dizer que ela parece uma palhaça em final de festa, só fale que não está combinando.

Falando todas essas coisas, eu "vou lhes dizer agora o oposto do que eu disse antes" (vai Raul!)
Eu sempre fui "político", aquele que guarda pra si o que tem pra falar, ou então amacia, fala suave, se controla.

Após uma grande explosão que tive, em que machuquei aí umas pessoas com os estilhaços, discordo de mim mesmo. Tem alguma coisa pra falar, desembucha, coração.

Fala que te incomoda isso, que você não gosta daquilo, que você não acha, o que deveria fazer, o que não deveria, o que fez bem, o que fez merda. Discorde. Discuta (não precisa levantar a voz).

Enfim,

Para um mundo mais sincero e mais honesto,

Precisamos começar com um mundo mais nervoso.

Tá olhando o quê!?


SAUDAÇÕES GERMÂNICAS!