Mostrando postagens com marcador viagem. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador viagem. Mostrar todas as postagens

17/02/2009

Fim de viagem

(Esse texto foi escrito no avião, em meio à um vôo turbulento e dificuldade de dormir - e eu queria publicar faz teeeeempo...)

É, gente boa, acabou.

Neste exato momento estou no avião (num lugar um pouco melhor do que aquele que compraram pra mim, originalmente do lado de um cara que escutava música muito alto e cantava, e do outro lado uma mulher meio fedida), voltando para São Paulo, minha terra natal.
Saí de Washington, DC hoje de manhã, e viajei 5 horas de ônibus. Chegando em NY, peguei o metrô até o aeroporto, de onde embarquei nesse vôo das 17:40.

A previsão de chegada é as 6 horas da matina, horário local. 24 horas de viagem.
A partir daí, calor.
Nossa, calor. Quanta falta isso faz.
Poder ficar de camiseta e bermuda, descalço.

Não precisar de 3 camadas de casacos, um quebra-vento, uma calça debaixo da outra, gorro, luvas, cachecol, balaclava.
Cada vez que entrava ou saía da casa ou de um restaurante eram 10 minutos só pra se vestir e desvestir.

Além disso, como já citado em outras postagens, a eletricidade estática (especialmente comigo) me dava choque em TODO LUGAR QUE EU ENCOSTAVA.

E pela primeira vez na vida, quando eu estava indo dormir, eu VI eletricidade estática correndo pelos meus cobertores. É muito engraçado. Principalmente quando não é com você. Se não, é irritante.

Mas a viagem em si, como um todo, foi extremamente proveitosa, aprendi muito.
Aprendi a ter que me virar sozinho, aprendi a cozinhar mais coisas, aprendi a não ser tão fresco com comida (lá - ou aqui, pois ainda estou em cima do Atlântico - tudo é apimentado!)

Aprendi também que gringo sabe fazer festinha em casa ( uma mísera festinha levou 110 pessoas e 4 DJs onde cabiam, no máximo, 30 pessoas.) E que gringo é louco por caipirinha.

Profissionalmente, também aprendi, fazendo da "inauguration" meu primeiro freela. Além disso, trabalhei com design e outros afazeres no Partners of the Americas, que também me ensinou muito sobre solidariedade e projetos do terceiro setor.

Aprendi que saudade é ruim, mas no fundo tem até um gostinho bom. Deixa uma sensação de total insegurança, mas também esperança. (E eu rimei sem querer, e a próxima palavra que me vem à cabeça é pança, que, por sinal, cresceu, mas - ainda bem - menos do que eu imaginava, mas mais do que eu queria,)

E chega de escrever no avião que eu tô ficando enjoado.

21/01/2009

Eu vi Barack Obama (Relatos da Posse)

Barack Obama mobilizou milhões de pessoas como evento da sua posse. Chamada pelos americanos de “Inauguration”, a cerimônia geralmente é uma solenidade, vista por algumas centenas de milhares de pessoas.

Mas o primeiro presidente afro-americano dos Estados Unidos havia de fazer diferente. A imensurável popularidade de Obama fez os milhares se tornarem milhões, e a cerimônia, tanto como um evento quanto historicamente, se tornou gigante.

No dia 18, antes de ontem, um show inaugural estenderia o tapete para a posse de Obama, no dia 20. Esse show, realizado no Lincoln Memorial e que tomou grande parte do "Mall", até o Washington Monument (mais ou menos uma milha de distância).

750 mil pessoas, um número impressionante, foram ver apresentações de Beyonce, Mary J. Blige, Bono, Garth Brooks, Sheryl Crow, Renee Fleming, Josh Groban, Herbie Hancock, Heather Headley, John Legend, Jennifer Nettles, John Mellencamp, Usher, Shakira, Bruce Springsteen, James Taylor, will.i.am, e Stevie Wonder.

Intercalados com esses artistas, muitos deles tocando juntos, discursos de antigos presidentes, lidos por celebridades como Jamie Foxx, Steve Carrell, Jack Black, Denzel Washington (que facilmente se passaria por Obama) e Samuel L Jackson.

No final de todo esse espetáculo, o presidente eleito discursou.

E então, repentinamente, eu entendi todo o frenesi em torno de Barack Obama. Entendi o motivo de sua imagem ser alçada a um patamar de importância, misticismo e heroísmo comparado ao de Martin Luther King ou ao de Che Guevara.

Obama tem um discurso impecável, uma retórica impressionante, uma capacidade de convencimento e formação de adeptos totalmente fora do comum. Com seu discurso pró-mudança, com idéias de reformulação e melhoria em vários setores (que inclusive eu gravei), emocionou e inflou toda a massa.

Massa, que, ao sair, causou um pouco de tumulto, que na hora eu considerei muito. Setecentos e cinquenta mil pessoas sendo evacuadas é um bom estrago. O metrô estava abarrotado, mas conseguimos entrar e irmos para casa com relativa facilidade.

A grande cerimônia foi hoje, dia 20 de janeiro. O presidente Obama, e seu vice, Joe Biden, fizeram seus juramentos e discursaram, assumindo a posse do governo de Bush, para quase 3 milhões de pessoas.

3 milhões de pessoas. Você tem alguma idéia do que são 3 milhões de pessoas?

Quem viu pela televisão ou fotos tem uma vaga idéia do que é. Mas, informo: É muito mais do que você imagina. Tirei algumas fotos, fiz alguns filmes e entrevistei algumas pessoas para ter uma idéia melhor do acontecimento.

Para evacuar esse imenso número, e simultaneamente realizar o desfile do presidente, foram isolados cerca de dez quarteirões. Na hora de ir embora, mal conseguia me mexer no meio da massa. Bloqueios policiais, barreiras e desvios tornavam o esvaziamento mais e mais difícil. A pé, levei mais de duas horas para andar um percurso de inicialmente dez ou quinze minutos. E a multidão seguia, como formigas após atiçarem o formigueiro, andando e se espremendo pelas vias abertas pelas autoridades locais.

“Estamos mobilizando mais de mil oficiais apenas no nosso estado, e mais algumas agências de quatro ou cinco estados estão ajudando no esquema de segurança, inclined a Guarda National e a Polícia”, afirmou o sargento americano Cody Johnson, de 23 anos.

“É a primeira vez que nos envolvemos com este número imenso de pessoas. No entanto, tivemos meses de planejamento e treinamento para lidarmos com essa multidão”, disse Johnson.

A multidão agitou a cidade, inclusive no mundo dos negócios. A imagem de Obama estava por toda parte. Pôsteres, calendários, camisetas, bonés, gorros e até jogo de pratos e talheres com a cara do presidente estavam vendendo como água.

Mas até quem não tinha nada a ver diretamente com o evento se deu bem. O coreano Billy T. Lim, da Daily Market, pequena loja de conveniência perto da estação de metrô Farragut North, a mais próxima do local do evento, comemorou: “Os negócios estão indo muito bem esses dias, especialmente hoje. Estamos vendendo mais e temos muitos novos consumidores, de todos os lugares do país.”

Dentre essas 3 milhões de pessoas, era impossível ver quem era local e quem viajou apenas para estar ali. Brooke Johnson, funcionária da UPS de Indiana, a 12 horas da capital, veio só para ver o empossamento do presidente.

"Dirigi 12 horas, mas viria mesmo se morasse na Califórnia", diz Brooke. Outro viajante que partilhou da mesma idéia foi o pintor Julian Madyun, 63 anos, que viajou de Georgia, a 660 milhas de distância.

Madyun distribuiu cartões-postais de uma de suas pinturas, uma montagem de fotos de afro-americanos que fizeram história, como Michael Jordan, Tiger Woods, Oprah Winfrey, entre outros. No centro do cartão, Barack Obama e Martin Luther King, e a palavra “ Emancipation”.
“Estávamos vindo de um panorama muito ruim nos últimos oito anos, e agora escolhemos a mudança. Tenho a sensação de que esse governo será muito bom para todas as pessoas, os afro-americanos, assim como para europeus, latinos e todas as raças. É uma bênção de Deus", analisou o pintor, religioso.

A religião também esteve presente, tanto no discurso de Obama, que pregou o respeito e a união, quanto no evento em si. Católicos conservadores carregavam faixas com os dizeres "Homo sex is a sin", entre outros.

Quem também aproveitou a ocasião para protestar foi o Greenpeace, além de ativistas contra a prisão de Guantánamo, movimentos homossexuais e manifestações de exaltação aos negros.

Pessoas das mais variadas nacionalidades estavam presentes. Pude ver uma bandeira da Etiópia, uma de Gana, uma da República Dominicana, e tive a oportunidade de entrevistar alguns brasileiros.

Uma das pessoas que entrevistei foi Íris Lemos, 45 anos, brasileira nascida no Paraná que vive em Washington há quatro anos, mas está nos EUA "há muito tempo". Foi ao evento com a sobrinha Isabel, 13, a filha, e o marido.

Pró-Obama, Íris achou o evento todo muito organizado, e conseguiu aproveitar, apesar do frio de aproximadamente -10 graus Celsius.

“Eu queria pegar a cidadania americana só para votar no Obama, e infelizmente não consegui. Sou entusiasta do Obama faz tempo, antes mesmo dele se tornar candidato à presidência. Espero que ele continue com a mesma firmeza, inteligência e caráter que teve até hoje”, diz Íris.

Outras brasileiras também presentes, Ellen Belchior e Lorena Martins, ambas doutorando em Virginia, em Ciências Políticas e Relações Internacionais, respectivamente, também se mostraram muito otimistas em relação ao novo presidente.

“Com certeza, há essa expectative do mundo todo em relação ao governo de Barack Obama. A proposta da mudança, a perspectiva de uma melhora e, realmente, a esperança, estão muito fortes", afirma Ellen.

“Não tenho nem palavras para descrever a sensação que o Obama passa em seu discurso. Ele é muito fluente, possui uma retórica incrível, consegue despertar um grande sentimento na população”, analisa Lorena.

“O povo está com muita esperança de colocar em prática tudo aquilo que foi falado, o grande momento de mudança. Pela primeira vez na história, a população está se aliando e andando junto com o governo”, completa a brasileira. E a análise de Ellen parece estar correta, visto o número de adeptos do primeiro presidente afro-americano da história dos Estados Unidos.

16/01/2009

Obama-Mania

Fala Gente Boa,

Continuando as rapidinhas de viagem, vou fazer uma postagem não tão inútil e não tão sarcástica e curta como as outras.

O tema será a Obama-Mania que tomou conta dos EUA.

Eu falo diretamente de Washington, D.C, terra em que Barack Obama assumirá a presidência dos EUA num evento gigantesco, jamais antes visto.

Rihanna, Beyoncé, Stevie Wonder e até talvez U2 farão shows para os mais de 4 milhões de pessoas que estão previstas para lotar um distrito que quase nao tem o tamanho de uma cidade direito.

A Obama-Mania é notável. Não apenas em Washington, mas em todos os Eua jamais um presidente teve tanta popularidade, mesmo antes de assumir. A esperança no futuro presidente é tão grande que eu acho que qualquer coisa que ele fizer será aquém do que esperam.

Guardadas as devidas proporções, a eleição de Obama tem a mesma expectativa que tiveram Collor no final dos anos 80, e Lula nos anos 2000. Eu disse guardadas as devidas proporções, uma vez que aqui se vendem bottoms, camisetas e até jogo de pratos e talheres com a cara de Obama, que é capa de 98% das revistas desse mês. Até a Boa Forma daqui fala da dieta do presidente.

Essa Obama-mania me deixa irritado e até assusta um pouco, pois é uma exaltação sem precedentes, nunca antes vista.

A expectativa é monstruosa, e a imagem do primeiro presidente negro está chegando a patamares ideológicos como Marx ou até Che.

A "Inaguration", assim como todo o mandato de Barack Obama, tomou proporções imensuráveis. Aí, de duas, uma: Ou de fato será um sucesso, mas ainda assim aquém das expectativas; ou fracassará miseravelmente.

13/01/2009

Postagem gringa com varios subtitulos..

... e nenhum acento ou cedilha.


Como fazer postagens longas sobre um tema especifico tem sido muito dificil, vamos mudar o esquema, e colocarmos as rapidinhas da viagem.

Fala garotada!

Tudo bem?

Enfim, fiquei um belo tempo sem escrever, mas tenho bons motivos.

Foram dias agitados os ultimos!



Esquiando em Winter Park



Saindo de Denver, CO, fomos esquiar em Winter Park, onde passamos quatro dias.

Foi animal, muito gelado, muita neve, muita adrenalina. No primeiro dia, um puta sol nos confortou com a agradavel temperatura de -29 graus. Isso nao gela minha cerveja. isso CONgela.

Nos dois outros dias, um pouco menos gelado, mas a neve e o vento deixaram a sensacao termica la embaixo. No ultimo dia, fomos premiados com mais um dia estonteante.

Esquiar eh relativamente facil. Talvez por ter um pouco de base de skate e patins, talvez por ver Discovery Channel, nao tive muita dificuldade em aprender.

Nos primeiros dois dias, desconfianca e ''seguranca primeiro'' foram o mote. Apesar de cair algumas vezes (inclusive entrando em uma arvore), me dei relativamente bem.

Nos ultimos dois, decidi tomar mais coragem e fui com menos caga'co (nao tem acento aqui, lembra?) para a montanha. Resultado: fui nas trilhas level 2, cai menos, fui numa boa e me diverti muito mais.

Apesar dos dedos do peh congelarem, e das pernas cansarem bastante, certamente esquiar eh uma das melhores sensacoes que tem. (Uma pena ser tao caro/especifico)

Devido ao perigo de quebrar a camera nova, nao a levei para a montanha nenhum dia (e fiz bem por isso). Tenho apenas algumas fotos do lodge, dos equipamentos e das coisas, mas minha irma tem um video (que sera postado no YouTube) da galera esquiando.

Quando puder, jogo as fotos no orkut.


Fotos no orkut

Falando nisso, alguns dos meus amigos insistiram, entraram na mala e estao viajando comigo.
Aguarde o album do orkut. (muahaha)

Homonimos

Depois de esquiar, voltamos para Denver e, alguns dias depois, partimos para Washington, de aviao.

No voo, aconteceu uma situacao muito diferente.

Primeiro, uma mulher pegou o voo das 11:30, quando deveria ter pego o das 9:00.

Depois, duas poltronas atras de nos, na 18D, estava sentado um cara.
E outras pessoas estavam embarcando no aviao ainda.

De repente, chega um cara e quer sentar na mesma poltrona.
Os dois concordam em chamar a aeromoca pra ver quem tem direito.

A aeromoca pega o ticket e o passaporte dos dois, leva ao seu superior e confirma: a poltrona e os dois tickets (passados pelo check-in) era de apenas uma pessoa, Wilhelm von Qualquercoisa, holandes.

Eis que acontece: Os dois se chamam Wilhelm von Qualquercoisa.
Exatamente o mesmo nome. E nao eh um nome comum.

Os dois nunca se viram na vida, nao sao parentes, e, num voo holandes, isso seria mais comum, mas ambos estavam saindo de Denver, com escala em DC, para ir para NY. Duas pessoas com exatamente o mesmo nome. Desconhecidos, haviam feito o check-in para a mesma poltrona.

Enfim, depois os dois se acertaram e ambos conseguiram embarcar para seu destino, mas eh engracado.

Ai, chegando em D.C. (District of Columbia, o nome carinhoso de Washington), vamos jantar na casa de uns primos-de-filhos-de-maridos-de-uma-tia que mora por la.

A familia eh composta por quatro filhos, em escadinha alternada, exatamente como a minha, mas invertida. A filha mais velha, 19 para 20 anos, estudante de faculdade, loira, bonita, olhos azuis. O nome: Jessica.

Quase morri, eh muita coincidencia. Fiquei quietinho a maior parte do jantar tentando desembaracar as coisas de pessoas com o mesmo nome na minha cabeca.

Jessica

Alias, falando em Jessica, estou morrendo de saudade. Da Jessica loira, 19 para 20 anos, estudante de faculdade, loira, bonita (linda!), olhos azuis. Minha namorada.

Mesmo tentando ser o menos meloso, amoroso, bicha, sentimental e todas essas outras coisas que eu tento disfarcar inutilmente, nao da pra deixar de falar que eu estou morrendo de saudades, que eu quero ela do meu lado, e que eu, definitivamente, sinceramente e certamente, amo ela.

Assim, escrito errado mesmo, soh pra alguem corrigir.

Enfim,

Tem muita coisa ainda a se falar, mas vou deixar para outras postagens, rapidinhas e relatorios.

Se puderem, me lembrem: preciso falar de New York (onde estou agora), Washington DC (onde fui e voltarei), meu trabalho, e uma coisa que tem me incomodado bastnte aqui: A Obama-mania.

Inte a proxima (e que saudades de arroz-feijao)

Alemao congelado

SAUDACOES GERMANICAS!

31/12/2008

"I Kick for God!"

Fala gente fina,

Bele?

Esses dias fez um pouco menos frio, deu ate pra sair de bermuda.
Bermuda e casaco, si, mas bermuda.

Hoje fui a um lugar chamado Cave of the Winds, uma caverna muito legal, muito bonita.
Depois, fomos a um "parque" ou algo assim, chamado Garden of the Gods (Jardim dos Deuses), com umas pedronas pra escalar, uns canyons e tal. Muito bonito, animal.

Nesse lugar, encontramos algumas pessoas engracadas.
Primeiro, um alpinista burro caiu 6 metros abaixo no canyon, e vieram 2 ambulancias, 1 carro de bombeiros e um de policia socorrer. Foi tipo "cinegrafista amador filma desastre".

Alias, falando em cinegrafista, quem quiser ver fotos e filmes por favor comenta no blog, que eu mando o endereco do Picasa.

Depois, encontramos esse cara, de bermuda e camiseta (todos nos estavam de casaco), com 3 bolas de futebol americano, dando bicudas e lancando pra la e pra ca.

Tenho que dizer que fui um otimo receiver e peguei o passe dele.

Enfim, esse maluco chutava e gritava " I Kick for God!"
E sempre que enfiava uma bica era um "Praise the Lord!"

Engracadissimo.
eh, tem louco em todo lugar.

Depois fomos ver meu tio Sergio, musico, bossa-nova, tocar em um hotel daqui.
Foi legal, a galera aplaudindo, ele cantando em portugues, fazendo farra com a letra da musica e ninguem percebendo.

Enfim, por enquanto eh isso.

AH, FELIZ ANO NOVO.

Boa (s) virada(s) pra todo mundo.

Saudacoes Gringas
Alemao

PS- Fiz um video pro OMQE!!

26/12/2008

Que frio!

Hello all,

Isso aqui acabou de virar um relato de viagem.
Como alguns sabem, estou em Denver.
Ta frio pra cacete, mas ainda vai ficar bem pior.

Vi neve pela primeira vez. Bem legal.

Claro, nao pretendo escrever tanto (em quantidade, qualidade e numero de postagens) quanto nossa outra amiga Mari Battis, que ta la embaixo servindo cafes e pegando 'tips' no Sea World, mas quero escrever algo sobre minha trip tambem.

Passei 24h de viagem, entre 2 voos (SP-NY e NY-Denver) e 300 security checks.

Ganhei de Natal dos meus padrinhos tickets pra ver hoje Denver Nuggets x Philadelfia 76ers (acho que eh isso) !!!

Enfim, por enquanto, eh isso o que eu posso falar da viagem.
Agora tem 2 coisas que transcendem esse tema:

O agradecimento e veneracao ao Tio Maneh (VALEU TIO!)
E a saudade enorme DELA.
Eh, a saudade e de fato ENORME.

Lembrando, aqui o teclado nao tem acento ou cedilha e dentro de casa eh quentinho, mas fora eh frio pra cacete.

Saudacoes from Denver,

Alemao

23/07/2008

Trim, Trim, Saudade

- "Alô"
- "Quem fala?"
- "Você não sabe, como assim?"
- "Não faço a menor idéia."
- "Fala, boneca."
- "AAAAHN, já sei quem é. Por quê ligas de tão longe?"
- "Saudade."

A ligação mudou meu dia, quiçá minha semana.
Meu padrinho, ligando de Denver, TX, direto pro meu celular, só porque "estava com saudade".

É, meu, ele já tá lá tem um tempo. E dá muita saudade.
É o precursor das minhas piadas (ruins) e grande incentivador da minha paixão por futebol.
Aliás, fui eu que ensinei ele a jogar bola. (mentira)

Não, não falamos sobre nada de muito especial, mas foi muito legal conversar e matar a maledetta que vem com o tempo longe.

Futebol Europeu... OK
Trabalho... OK
Estudo/Férias... OK
Viagem (YEAH!) OK
Qualquer outra coisa OK
Namorada...

...... Ah, é, namorada. Tô com saudades dela também. (MUITA.)

23/07/2007

Metade das férias e saudade.

Bueno, leitores!

Como vai a vida de vocês?

E as férias, aproveitando? (APROVEITEM!)

Eu sei, eu sei, eu abandonei um pouco isso aqui.
Estava de FÉRIAS! (Pelo menos do blog, eu precisava tirar férias de alguma coisa!)

Essa é a primeira postagem que eu escrevo do escritório, aproveitando a calmaria por aqui.
É também a primeira que eu não faço divulgação e não peço para ninguém ler ou comentar, porque especificamente essa postagem vai ser um pouco triste.


-------------------------------------

Suécia

Triste porque eu sei que vou morrer de saudades de dois amigos que vão embora.
Não, nada a ver com a tragédia do vôo 3034 da TAM.

É que a minha melhor amiga (Kell, praticamente uma mãe, sempre me ensinando e cobrando hahaha) e meu melhor amigo (Be, irmão mais velho, "deseducando" e apresentando as coisas boas dessa vida aí) vão morar na SUÉCIA.

Não me pergunte porquê, como, aonde, ou nada do tipo.
Amanhã (terça-feira) eles embarcam.

Caralho, eu vou morrer de saudade.

---------------------------------------------------

Saudade, aliás


Saudade, aliás, que eu não esperava sentir também daquele famigerado 5º andar da Avenida Paulista, 900.

Não estou torcendo para as aulas voltarem, longe disso, mas eu tô com saudades de todo mundo lá.

Especialmente de uma pessoa (a única que lê esse blog): MANÉ, meu padrinho e, nas horas vagas, lenda viva.

-------------------------------------------------

Bueno, chicos,

A coisa aqui no escritório apertou, tá na hora de trabalhar.

Não vou nem colocar sorte do orkut, porque se algum olhar alheio vier a encontrar a minha tela, eu tô na roça;



Saudações Germânicas!

23/04/2007

Por um ócio mais criativo.

Vendo a quantidade absurda de "jornalistas" com blog, falando sobre o que quiserem, decidi tornar o meu (por pouco tempo, acho) tempo ocioso (pra cacete) em alguma coisa.

Assim, quando eu não tiver ninguém pra conversar, falo aqui, sozinho mesmo, pelo menos alguém me escuta. Ou finge que escuta.

Tá, comecemos pelo nome, essa coisa bonita que você só deve saber pronunciar a última palavra, e se não souber, agarre seu Nesquik e vá treinando, daqui a algum tempo você chega lá.
Por que esse nome esquisito?

Porque eu, brasileiro de nascimento, norte-americano de descendência e Alemão por definição, sei muito pouco da minha "língua nativa". Então, fui procurar saber mais palavras em alemão, para poder proferir a meus queridos amigos. Numa dessas, encontrei uma contagem, até dez, mas só consegui pronunciá-la até o quatro.

Einz (um), Zwei (dois), Drei (Três) e Bier (Na verdade, seria Vier, ou Fier, sei lá. Mas depois do Bier, você pára de pedir outras coisas), depois do Bier, talvez mais uma Bier, e talvez outra... Até acabar com o engradado.

É, lendo assim você pode achar que sou um alcoólatra.
É mentira!
Eu tenho vários argumentos a meu favor. Só não lembro de nenhum.

----
A intenção do blog é, realmente, me fazer gastar meu tempo com alguma coisa.
Por aqui, teremos algumas coisas do meu cotidiano, assuntos variados, informações metereológicas e yakisoba da frente da Cásper por R$ 2,50.

----

Enfim, comecemos a falar do cotidiano, que esse papo aí de cima já me cansou de escrever.

Hoje eu tenho que levar o quadro pra arrumar o vidro, ligar pra Auto Escola, colar o fio do som com Cola Quente, e tenho prova de História Contemporânea, uma espécie de História de colégio, com um pouco mais de bibliografia, por enquanto. E tenho aula do Carlos Costa.

Esse fim-de-semana não foi dos melhores, meu time tomou um chocolate do São Caetano, eu quase saí quebrando tudo. QUASE. (Eu finjo, vocês fingem que acreditam.)
E minha madrinha vai se mudar para os Estados Unidos. HOJE. Ê, lasquera.

Pelo menos eu fui pra fazenda... vi umas vaquinhas... andei a cavalo... comi churrasco e fiquei largadão na piscina. E ainda fingi que estudei!

Tá, o fim-de-semana não foi tão ruim assim, né.

Vi Volver no sábado. É bom, mas minha irmã não parece ter gostado muito.

----

Chega de cotidiano, agora falaremos de mim.
Tá, chega de falar de mim, já cansei.


Falta adicionar os trilhões de "blogs amigos" aqui.
E aprender a mexer.
E.... esquece.

Sorte de hoje no orkut: "Sein Lächeln singelo ist sein garantierter Schutz" (Seu sorriso singelo será sua salvaguarda garantida.)

Seja lá o que isso for.

Pra terminar, fica aqui uma pergunta: Vale tudo?
Saudações germânicas!